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2019 - LASA Words: 227 words || 
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1. Dutra Fontoura, Camila. "Los golpes de Estado en Brasil: un análisis comparativo sobre la influencia de la prensa en la sociedad brasileña entre los años 1964 y 2016" Paper presented at the annual meeting of the LASA, Boston Marriott Copley Place, Boston, MA, USA, <Not Available>. 2019-12-11 <http://citation.allacademic.com/meta/p1462667_index.html>
Publication Type: Session Paper
Abstract: La presente ponencia estudiará las influencias de la dictadura militar en Brasil (1964-1985) en la actual estructura política brasileña. En ese sentido, el debate acerca de los conceptos de la memoria – vinculada a procesos de quiebres – nos permite analizar, sobre todo por los lentes del “no olvido”, ese y otros procesos históricos. A través de los trabajos de Maurice Halbwachs, Michel Pollack y Renato Ortíz, se utilizarán los conceptos de historia reciente y memoria como campo y metodología analítica. Se examinará el periodo dictatorial brasileiro hacia la “joven democracia” de los días actuales, imbricado con el proceso de recusación de la ex presidente Dilma Rousseff en el año de 2016 (lo que podemos describir como un “golpe parlamentario”). Por tanto, presentaré una reflexión acerca del golpe militar de 1964 en Brasil, enfocándose en el papel de la prensa y sus articulaciones. Esta reflexión incluirá un análisis comparativo con la representación mediática en la prensa actual que, de manera similar, desempeñó un papel influyente en el proceso de destitución de la expresidente Dilma Rousseff en el 2016. La presentación considerará las siguientes preguntas: ¿Cómo la prensa influye en la opinión general de Brasil? ¿La prensa tiene un “papel” directo en el desarrollo y en las dinámicas políticas de la sociedad brasileira? ¿Cuáles son las similitudes en los discursos mediáticos del 1964 y en 2016 en Brasil?

2009 - ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING Pages: 29 pages || Words: 10417 words || 
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2. Ferreira, Túlio. "As relaçôes bilaterais Brasil - Estados Unidos no período republicano brasileiro e a genealogia do antiamericanismo no Brasil" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <APPLICATION/PDF>. 2019-12-11 <http://citation.allacademic.com/meta/p380882_index.html>
Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript
Review Method: Peer Reviewed
Abstract: O artigo trata da trajetória das relações bilaterais Brasil- Estados Unidos no período republicano brasileiro. Abordagem que se justifica, pois, no horizonte da política exterior republicana do Brasil, os Estados Unidos sempre foram uma estrela de primeira grandeza. Relações tão próximas e fundamentais que acabam por gerar sentimentos contraditórios em relação ao gigante do norte. Ora forte atração, ora intensa repulsa. Neste sentido, em perspectiva história, serão invocados momentos relevantes desse relacionamento para que se argumente sobre a formação do sentimento antiamericano no Brasil.



Defende Bandeira que a evolução dos dois Estados Nacionais guarda distinções que influenciariam seus respectivos desenvolvimento e posição no sistema internacional. Os Estados Unidos foram, desde o começo, um país moderno e burguês. O Brasil, de modo contrário, conformando-se como Estado-império. No entanto, apesar da diferenças de formatação, ambos possuem algum grau de vontade de potência em seus destinos. O DESTINO MANIFESTO embalou as justificativas de exportação moral e da expansão territorial dos Estados Unidos. No Brasil, defendeu-se que a grandeza territorial, já quase totalmente consolidada no momento colonial, deveria ser conjugada com a utilização das abundantes riquezas naturais para que, através do desenvolvimento econômico, o país adquirisse maior poder no sistema internacional. O fato fundamental é a constituição histórica de dois países em alguma medida antípodas no hemisfério americano. Norte e Sul, duas nações que estabelecem em sua história movimentos que os posicionariam de modo contraposto em muitos momentos devido àquela percepção que fora forjada em decorrência de suas distintas constituições como entes independentes no sistema internacional. Portanto, considera-se que "since de mid-nineteenth century, Brazil's interests have always conflicted with those of those of the great industrial powers, specially the United Kingdom and the United States” (BANDEIRA, 2006).

Assim, indagando sobre a origem e a caracterização do antiamericanismo no Brasil, este artigo pretende contribuir no debate relativo à percepção dos atores na formulação e execução da política exterior do Brasil.

2009 - ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING Pages: 25 pages || Words: 8817 words || 
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3. Figueiredo, Isabel. and Siqueira, Cynthia. "O Brasil e Mudanças Climáticas: Implementação de Acordos Internacionais" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <APPLICATION/PDF>. 2019-12-11 <http://citation.allacademic.com/meta/p381235_index.html>
Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript
Review Method: Peer Reviewed
Abstract: A temática ambiental ganha cada vez mais importância no cenário mundial. Mudanças climáticas, escassez de recursos não renováveis, a degradação do meio ambiente e conflitos oriundos de tais fatores são questões em pauta na agenda de ações governamentais que exigem soluções emergenciais e eficazes. Entretanto, longe de serem preocupações distantes da realidade, os problemas ambientais refletem diretamente no cotidiano social. Com relação à temática das mudanças climáticas, negociações multilaterais se desenvolvem em meio a diversas polêmicas. Até o presente momento, o Protocolo de Quioto, em vários aspectos, não encontrou consenso entre Estados, fazendo com que o alcance das metas estabelecidas e o andamento do acordo fiquem comprometidos. O Brasil, desde a RIO-92 vem se destacando com uma política externa ambiental inovadora, em prol do desenvolvimento sustentável. Sua participação se faz presente não só nas convenções internacionais, envolvendo atores de todo o globo, como também em acordos bilaterais e regionais, como se verifica dentro do âmbito do MERCOSUL. Internamente, o Brasil apresenta uma demanda de implementação de medidas que garantam a preservação do meio ambiente e o crescimento econômico de modo sustentável. Deste modo, observa-se a presença de uma estrutura colegiada que envolve a sociedade civil na gestão ambiental que vai desde o âmbito nacional até o local. Na tentativa de identificar o grau de compromisso brasileiro na implementação dos tratados ambientais, o presente artigo visa analisar as principais medidas realizadas pelo governo brasileiro, desde o Protocolo de Quioto, que estejam em consonância com os acordos ratificados pelo Brasil em relação às mudanças climáticas. Sendo assim, faz-se necessário tomar como ponto de partida a análise do referido protocolo, da Cúpula Mundial Sobre Desenvolvimento Sustentável, do Acordo-Quadro sobre Meio Ambiente do Mercosul, bem como das medidas legislativas internas e dos órgãos ambientais responsáveis pela condução da gestão ambiental no país.

2009 - ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING Pages: 26 pages || Words: 9839 words || 
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4. Margarido Moreira, Helena. "A cooperação internacional para as mudanças climáticas: Brasil, India e China" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <APPLICATION/PDF>. 2019-12-11 <http://citation.allacademic.com/meta/p381234_index.html>
Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript
Review Method: Peer Reviewed
Abstract: Este trabalho pretende avançar modestamente a pesquisa de mestrado desenvolvida pela autora, sobre a atuação do Brasil no regime internacional de mudanças climáticas, focando sua posição nas negociações do Protocolo de Kyoto de 1995 a 2004, especialmente com relação a dois pontos: (i) o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que é o único mecanismo do Protocolo que permite a participação de países em desenvolvimento; (ii) as discussões sobre a obrigatoriedade de países emergentes assumirem compromissos futuros de redução das emissões de gases de efeito estufa (dado o aumento contínuo de tais emissões pelo crescente e cada vez mais intenso uso de combustíveis fósseis para a produção de energia). Esse avanço pretende abarcar brevemente exemplos de como mais outros dois países considerados “emergentes”, Índia e China vêm atuando também em tais negociações. No entanto, como se trata do início de uma futura pesquisa, essa análise ainda não envolve uma metodologia específica de estudo comparado, considerando apenas de maneira geral os argumentos utilizados por tais países. Brasil, Índia e China são os três países chamados emergentes que mais emitem gases de efeito estufa na atmosfera (a China, inclusive, ultrapassou recentemente a quantidade de emissões de gases de efeito estufa emitida pelos EUA, atual segundo maior emissor do mundo), mas que não possuem, de acordo com a Convenção do Clima, nenhum compromisso obrigatório para a redução de tais emissões. Portanto, o objetivo deste trabalho é analisar de que forma esses países emergentes vêm atuando no regime internacional de mudanças climáticas, exemplificando com os argumentos utilizados para defender suas posições quanto aos compromissos de redução de emissões de GEE e o MDL, mostrando que esses países exercem um importante papel nas negociações e na formação do regime internacional de mudanças climáticas.
Para atingir tais objetivos, a metodologia utilizada foi a análise dos acordos e decisões referentes às reuniões realizadas no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (Convenção do Clima), breve levantamento das políticas brasileira, indiana e chinesa a respeito da mudança do clima, e de suas atuações em tais conferências internacionais por meio de pesquisa bibliográfica, artigos de revistas internacionais especializadas na área, artigos e reportagens.

2009 - ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING Pages: 34 pages || Words: 10502 words || 
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5. Zimerman, Artur. "Desigualdade de terra e de renda como determinantes à violência agrária no Brasil" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <APPLICATION/PDF>. 2019-12-11 <http://citation.allacademic.com/meta/p381641_index.html>
Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript
Review Method: Peer Reviewed
Abstract: O paper investiga a violência agrária no Brasil no período da redemocratização (1985-) de maneira sistemática. Primeiramente, a distribuição de terra é analisada como determinante da violência agrária no país, em conjunto com outras variáveis agrárias, como número de estabelecimentos rurais, tamanho, crédito, lucro, população e renda para unidades de agricultura dos tipos familiar e patronal. A conclusão é de que o estado brasileiro deve dar prioridade às políticas de redistribuição de terra, porém, de maneira diferente da qual vem realizando nas últimas duas décadas.

Num segundo momento, analisamos a distribuição de renda e a desigualdade para o mesmo período e sua influência como determinante da violência agrária nos municípios brasileiros. No final, encontramos que os indicadores demográficos, educacionais e habitacionais, os quais são utilizados para mensurar a desigualdade, mostram-se relevantes como determinantes da violência originada por disputas de terra.

O tema é muito trabalhado no país e no exterior, porém, a metodologia quantitativa quase não é utilizada, e é essa a maneira que abordamos o tema.

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