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2009 - ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING Pages: 16 pages || Words: 5284 words || 
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1. de Oliveira Meireles, Thiago. "O Governo Lula e os atores subnacionais: um estudo das posturas antagônicas o governo frente a atuação dos Governos não centrais" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <PDF>. 2019-11-17 <http://citation.allacademic.com/meta/p381324_index.html>
Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript
Review Method: Peer Reviewed
Abstract: O atual governo brasileiro, cujo presidente é Luiz Inácio "Lula" da Silva, possui diferentes padrões de ação frente à atuação dos atores subnacionais, em especial os governos não centrais (GNC). Enquanto o Ministério das Relações Exteriores, por intermédio do Itamaraty, possui uma posição de desconforto, indiferença e não aceitação destes atores - uma vez que a vertente realista das Relações Internacionais é seguida pelo instituto -, algumas secretarias de governo são utilizadas para o desenvolvimento da atuação internacional desses novos atores, como a ACIF (Assessoria de Cooperação Internacional Federativa), que fora criada em seu primeiro mandato presidencial, e a federalização do próprio Ministério das Relações Exteriores. Pode-se observar que o Ministério das Relações Exteriores do Brasil possui uma postura de centralização das ações externas, de forma que os GNCs estejam submissos aos órgãos diplomáticos brasileiros, freando o crescimento da chamada paradiplomacia. No entanto, o crescimento desta dentro do Estado brasileiro é notório. Dessa forma, com a ascensão da sociedade civil como ator internacional (de fato, mas não de direito), novos temas entram em cena no palco das Relações Internacionais, sendo a valorização do nível local uma das primeiras conseqüências, levantando questões ligadas às áreas econômica, sócio-política, de tecnologia e informação e político- institucionais. Desse modo, tem grande valia o estudo de caso do "Governo Lula", uma vez que, com a emergência desses novos atores do cenário internacional oriundos dos GNCs brasileiros, eles ganharam grande importância dentro dos estudos pertinentes às Relações Internacionais exercidas pelo Brasil, já que, de alguma forma, acabam influenciando a atuação do governo brasileiro no exterior. Chega-se, então, a um cenário no qual se faz necessário o estudo proposto, analisando as posturas do atual governo brasileiro frente a esse crescimento, buscando identificar a forma de ação predominante.

2009 - ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING Words: 269 words || 
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2. "Boa Cidadania Internacional? Avaliando a Dimensão Ética da Política Externa do Governo Lula" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 <Not Available>. 2019-11-17 <http://citation.allacademic.com/meta/p381247_index.html>
Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript
Abstract: Este artigo usa o conceito de "Boa Cidadania Internacional" como um parâmetro para investigar a dimensão ética da política externa brasileira (PEB) no governo Lula. A hipótese de trabalho é que o Brasil robustece sua inserção internacional a partir da observação da boa cidadania internacional e possibilita pensar a teoria e a prática da política internacional em outros moldes que não o realista, como classicamente é feito uma vez que rejeita a afirmação de que o interesse nacional está sempre na direção oposta da promoção dos direitos humanos. Além disso, em contraste com o idealismo, que enxerga uma subjacente harmonia de princípios morais, defensores da boa cidadania internacional reconhecem a necessidade do uso da força e de decisões baseadas na ética da responsabilidade. Resumindo, Estados que são bons cidadãos internacionais não necessitam sacrificar seus interesses vitais de segurança devido à lealdade às instituições da sociedade internacional. Pretende-se usar o conceito de boa cidadania internacional, que tem sido usado por autores recentes da Escola Inglesa de Relações Internacionais, como um parâmetro para analisar as bases morais da política externa brasileira com relação a temas éticos como crises humanitárias, relações com governos que violam maciçamente os direitos humanos de sua população e o tipo de participação que o Brasil teve nos regimes internacionais de direitos humanos (regional e global). Ou seja, uma questão que também será analisada é se a política externa brasileira age de acordo com os valores que são pregados internamente na sociedade. Assim, um dos objetivos do trabalho é identificar quais são as condicionantes e restrições domésticas e sistêmicas que favorecem esse tipo de comportamento de boa cidadania.

2009 - ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING Pages: 27 pages || Words: 10179 words || 
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3. Costa, Rogerio. "Instituições na Integração da América do Sul: identificação da estratégia da Política Externa brasileira no Governo Lula" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <APPLICATION/PDF>. 2019-11-17 <http://citation.allacademic.com/meta/p381506_index.html>
Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript
Review Method: Peer Reviewed
Abstract: O tema geral do trabalho que se propõe a apresentar circunscreve-se em torno dos processos de integração na América do Sul, com enfoque nas suas instituições, pressupondo que do tipo de instituições criadas resulta certo nível de aprofundamento da integração. Dado que o Brasil fora o formulador do conceito de América do Sul, o aglutinador da primeira e das sucedâneas reuniões de presidentes da América do Sul até a criação da Unasul, além de ser o país de maior importância econômica e política regional e, em relação a esta, em âmbito internacional, a integração na América do Sul dependerá muito de como o Brasil a insere em sua estratégia de Política Externa. Ou seja, se a Política Externa brasileira adotar a América do Sul como elemento central para as pretensões do país nas Relações Internacionais, a tendência é que a integração tenha instituições densas e aprofundadas. Se, ao contrário, a América do Sul for importante, mas não central para a Política Externa do Brasil, então dever-se-á ter na região uma integração com nível mínimo de aprofundamento institucional.

Diante deste quadro, analisar os discursos e as ações da Política Externa brasileira para a integração da América do Sul em termos institucionais nos últimos anos, é descortinar um pouco o papel desta integração regional na estratégia global de inserção internacional do país. O período que se inicia em 2003 é particularmente importante, haja vista que ele não só representa uma continuidade da iniciativa brasileira de 2000, mas capta a ênfase que o Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem dado ao processo de integração na América do Sul.

Assim, este trabalho pretende, dentro da problemática, delimitação temática e foco supra apresentados, responder à seguinte pergunta de pesquisa:

Que tipo de instituições a Política Externa brasileira tem privilegiado nos discursos e ações relativos à integração sulamericana durante o governo Lula?

O trabalho possui como objetivo geral explicar o tipo de instituições que a Política Externa brasileira tem privilegiado para a integração da América do Sul a partir da análise dos discursos e ações durante o governo Lula.

2009 - ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING Words: 210 words || 
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4. Cezário, Gustavo., Matsumoto, Carlos Eduardo. and Mauad, Ana Carolina. "Internacionalização a Partir do Local - um enfoque sobre os governos municipais brasileiros" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 <Not Available>. 2019-11-17 <http://citation.allacademic.com/meta/p381272_index.html>
Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript
Review Method: Peer Reviewed
Abstract: A atuação internacional dos municípios brasileiros é o tema central deste artigo elaborado para a Conferência da Associação Brasileira de Relações Internacionais. A primeira parte desse estudo apresentará uma breve revisão sobre as transformações mundiais no pós-guerra fria, no qual demonstra a inadequação ao contexto brasileiro do termo comumente utilizado para descrever essa atuação: a paradiplomacia. A segunda parte propõe, assim, um novo modelo de análise capaz de conceber conceitos apropriados para a atuação internacional dos municípios brasileiros. Tal modelo servirá para introduzir o estudo elaborado pela Confederação Nacional de Municípios em que se buscou identificar o grau de institucionalização encontrado nos governos locais brasileiros. Tal estudo será aprofundado na terceira parte quando se apresenta a relação dessa institucionalização com variáveis econômicas, políticas e sociais. As três partes estão sendo ainda desenvolvidas por estudantes do programa de pós-graduação da Universidade de Brasília. Tendo isso em conta, não há a intenção, nessas poucas páginas, de exaurir todas as condicionantes do tema. O que se pode esperar deste artigo, portanto, é uma idéia do que tem sido os pontos de reflexões dentro deste núcleo em Brasília, bem como as relações com as ações desenvolvidas na Confederação Nacional de Municípios, apontando como questões práticas reivindicam a necessidade de desenvolver novos conceitos e teorias.
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2009 - ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING Pages: 21 pages || Words: 7757 words || 
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5. Gusmão, Luiz. and Leite, Iara. "A política externa colombiana durante os governos Pastrana e Uribe: Internacionalização do conflito armado, alinhamento estratégico e isolamento regional" Paper presented at the annual meeting of the ISA - ABRI JOINT INTERNATIONAL MEETING, Pontifical Catholic University, Rio de Janeiro Campus (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Brazil, Jul 22, 2009 Online <PDF>. 2019-11-17 <http://citation.allacademic.com/meta/p381344_index.html>
Publication Type: Conference Paper/Unpublished Manuscript
Review Method: Peer Reviewed
Abstract: Com o avanço da década de 90 e do século XXI, a Colômbia experimentou o aprofundamento de um fenômeno único em sua história: a convergência entre suas principais questões domésticas e temas centrais da agenda internacional – narcotráfico, direitos humanos, meio-ambiente, migrações e terrorismo. O estreitamento da relação entre esses assuntos e o conflito armado interno fez com que a busca pela paz, por um lado, deixasse de ser mero assunto de interesse doméstico, e por outro, precisasse cada vez mais contar com o apoio externo. A coincidência entre temáticas domésticas e internacionais e a participação crescente de agentes externos, especialmente dos EUA, na luta contra as drogas e os grupos insurgentes levaram diversos estudiosos a falarem de uma “internacionalização do conflito colombiano”, que ganhou ímpeto com o governo Pastrana (1998-2002) e aprofundou-se durante os governos Uribe (2002-2006; 2006-2010). Neste trabalho, abordaremos a internacionalização como decisão explícita e consciente de agentes do governo colombiano de envolver de atores externos na busca pela paz. Conforme veremos, a partir da administração Pastrana o governo colombiano passou a vincular claramente o tema da insurgência à agenda da guerra contra as drogas e, posteriormente, à agenda da guerra internacional contra o terrorismo. Argumentamos que os governos Pastrana e Uribe utilizaram sua margem de autonomia para instrumentalizar, a seu favor, o alinhamento com as diretrizes da política externa norte-americana, de forma a adquirir recursos para capacitar o Estado no combate aos movimentos insurgentes. Como resultado, promoveu-se o estreitamento de laços com os EUA e a transformação do equacionamento do conflito colombiano em uma das prioridades da ação internacional norte-americana. Por outro lado, a Colômbia distanciou-se dos vizinhos sul-americanos, alimentando rivalidades e provocando crises diplomáticas com países limítrofes, notadamente Equador e Venezuela.

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